Uma carreta Iveco com placas de Cascavel carregada com soja tombou na BR-467 no fim da manhã deste domingo (31). O acidente mobilizou equipes dos Bombeiros, do Siate e da Polícia Rodoviária Federal. 

Segundo informações apuradas no local, o motorista perdeu o controle da direção da carreta após aquaplanar. O acidente aconteceu nas proximidades do Viaduto da Avenida Rocha Pombo, local que acumula água em dias de chuva.

A carreta seguia no sentido Trevo Cataratas. A carga ficou esparramada na pista e o fluxo de veículos foi desviado para a marginal. O condutor foi identificado como Sérgio da Silva, de 37 anos. Ele foi atendido pelo Siate e recusou encaminhamento hospitalar(CGN).
Na tarde de sábado(30) por volta das 13h20  o Guarda Municipal da Rodoviária foi solicitado por uma senhora que trabalha em uma das lojas da rodoviária, relatando que cidadão havia adentrado sua loja e furtado vários bonés. Ele havia colocado em baixo da camiseta e se evadido da loja.

Ela repassou para o GM as características do cidadão, momento que o Guarda Municipal solicitou apoio da viatura 678 da GM para fazer a abordagem em um cidadão com a característica repassada pela senhora. O suspeito estava sentado atrás do terminal rodoviário. Na abordagem foi encontrado com o cidadão seis  bonés novos ainda com etiqueta.

Ao questionar sobre os bonés o mesmo confessou ter furtado da loja, e que foi um minuto de bobeira. Nesse momento os Guardas Municipais deram voz de prisão para o suspeito, que ao levar na loja foi reconhecida pela solicitante e por testemunhas que estava na hora do furto. Diante dos fatos foi conduzido J.A.B.S de 32 anos e os bonés apreendidos.
Por volta das 12h14 uma viatura da Polícia Militar deslocou até a Rua das Flores com a Rua Albino Scariot, Jardim Coopagro, onde informação anônimas repassadas para central 190 davam conta que um veículo estava abandonado próximo a associação do Banestado. 

No local a equipe realizou consulta da placa e foi constatado que se tratava do veiculo placas AIC 5479 modelo Fiat/Palio, cor verde e que este tem alerta de furto. Assim sendo o veículo foi recolhido e encaminhado para a 20ª SDP para demais providências cabíveis. O veiculo havia sido furtado durante a madrugada no Jardim La  Salle.
Por volta das 17h05 deste domingo uma viatura da Polícia Militar deslocou até a Escola Estadual Agostinho Donin, localizada na Rua Pedro Rosseto com a Rua João VI, Jardim Concórdia. Segundo denúncia anônima três indivíduos teriam invadido o estabelecimento de ensino pulando o muro do mesmo. 

No local os policiais militares com apoio da guarda municipal fizeram buscas, porém os suspeitos não foram localizados. Foi entrado em contado com o diretor da escola, que se dirigiu até o local e constatou o furto de uma impressora laser de marca Samsung, cor branca.
O jovem Cristian David Blanco, de 23 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (29), por volta das 03h, em um hospital particular em Ciudad del Este (Cidade do Leste), no Paraguai. A morte foi confirmada ao jornal ABC Color pelos pais de Cristian. Ele e a namorada Aline Bastian, 22 anos, foram baleados dentro de uma lanchonete, na noite de quarta-feira (27), no Bairro San Francisco, em Salto del Guairá.

Aline levou três tiros de pistola e morreu na hora, enquanto Cristian – apesar de ser ferido por quatro projéteis – foi socorrido ainda com vida e encaminhado para atendimento médico. A princípio, a hipótese mais provável para o duplo homicídio, e que foi divulgada pela polícia que investiga o caso, seria de um crime passional. 

Porém, após conseguir interrogar a vítima (momentos antes do falecimento) e colher dados no celular do rapaz, os investigadores descobriram se tratar de um acerto de contas por drogas. A informação foi confirmada pelo promotor Julio César Yegros, que apontou como suspeito pela morte do casal, o suposto traficante Julio Cuéllar Giménez, de 21 anos.
 
A justiça paraguaia expediu um mandado de prisão, e a policia já esta procurando pelo acusado. Aline Bastian, 22 anos, a  jovem brasileira era funcionária do Shopping China, segundo os investigadores, não tinha nada a ver com o tráfico. “Ela estava com a pessoa errada no lugar errado”, disse Juan Barúa, chefe de investigação no Departamento de Canindeyú. Após ser velada em Salto del Guairá, Aline foi transladada para a cidade de Marechal Cândido Rondon, no Paraná, onde reside seus familiares. Ela foi sepultada no final da tarde de quinta-feira(29)(Portal Guaira).
Investigadores da Polícia Civil estiveram na tarde desta sexta-feira (29) no cativeiro onde a esposa e as filhas do gerente bancário Gilmar Antônio Thiesen, de Medianeira,  foram mantidas. O s criminosos armaram uma barraca na área rural de Cascavel, nas proximidades da BR-467, sentido Toledo. 

No local, os policiais encontraram a barraca onde as vítimas ficaram desde as primeiras horas desta sexta-feira (29). As vítimas foram libertadas no início da tarde. A barraca e objetos que estavam no local foram recolhidos e levados para a 15ª SDP (Subdivisão Policial). Um inquérito foi instaurado para apurar o caso. 

A Polícia Civil já ouviu o bancário e divulgou também fotos que podem ajudar a identificar os autores do crime. As imagens mostram os acusados, no momento em que eles chegam à agência bancária, na manhã de hoje. Todos estão bem vestidos com roupas sociais. Mesmo acreditando que a quadrilha não seja da região, os policiais pedem ajuda para que qualquer informação, sobre a identificação deles, seja repassada de forma anônima pelo telefone 197.  Thiesen  é gerente bancario em Medianeira mas mora em Cascavel(CGN).
Durante a operação AIFU na noite de ontem (28) , foi realizado abordagem em uma casa de show, situada na Linha Floriano, sendo abordado a pessoa de E. K. Com o mesmo foi localizada um pistola marca Taurus PT938 com 15 munições intactas.

Diante dos fatos foi feita a apreensão da arma e condução de E.K, por porte ilegal de arma de fogo para a sede do 19º BPM e posterior encaminhamento para a 20º SDP para serem tomadas as devidas providencias cabíveis. 

Durante a operação AIFU, foram abordadas 76 (setenta e seis) pessoas, num total de 11 estabelecimentos comerciais (bares, lanchonetes) na cidade, sendo que 4 (quatro) deles foram interditados devido a falta de documentação e/ou problemas relacionados a vigilância sanitária. Foram apreendidas durante a operação 3 armas, além da pistola Taurus, duas espingardas calibre 22.
Dos cinco mortos durante a rebelião na PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel), um corpo permanece sem identificação no Instituto Médico-Legal. O processo de reconhecimento é difícil, o que aumenta o drama dos familiares que ainda não sabem o que aconteceu com os parentes presos. 

Na manhã  de ontem Ruth Bragança dos Santos tentou reconhecer o filho Gilson Bragança dos Santos, 36 anos, ela tinha dúvidas, porém o Instituto de Identificação confirmou a identidade pela digital. Ele era de Toledo.

O outro corpo que permanece no IML está carbonizado, e este deve ser o caso mais complicado, já que requer a lista dos detentos desaparecidos para cruzar as informações e requerer exames de DNA. 

O corpo de Gilson Bragança dos Santos  foi liberado no início da tarde (28) para velório e sepultamento. Segundo a tia, Gilson tinha 36 anos, e estava preso desde 2012  acusado de Pedofilia. Ele foi condenado a 8 anos de prisão, e já haviacumprido 2 anos na PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel). A causa da morte dele foram as agressões sofridas e a queda do telhado de uma das galerias(CATVE).
O vereador Paulo Bebber teve prisão preventiva decretada. Até o momento nenhuma informação chegou à delegacia de Polícia Civil de Cascavel. No Banco Nacional de Mandados de Prisão, o mandado de prisão de Paulo Bebber está aguardando cumprimento. O documento foi assinado pelo magistrado Leonardo Ribas Tavares e expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, 1º e 3ª Vara Criminal. Nem Paulo Bebber e nem seu advogado, Helio Ideriha, atenderam as ligações da nossa equipe de reportagem da CGN.

Após um certo tempo ambos desligaram seus aparelhos. A equipe também tentou contato através do filho de Bebber, mas este desligou o telefone assim que nos identificamos como jornalistas. Mais tarde o mesmo entrou em contato com a equipe, explicando que o seu telefone não havia sido desligado, mas sim colocado em espera. De acordo com ele, Bebber ainda não foi informado sobre o pedido de prisão preventiva e ficou sabendo do caso pela imprensa. 

O processo de Bebber, que estava em segredo de justiça foi alterado hoje de sigiloso para público. De acordo com a decisão esta é a segunda vez que o pedido de prisão é apreciado. Sendo que na primeira ocasião, onde a Polícia Civil fez o pedido com apoio do Ministério Pùblico, o pedido foi indeferido pela inexistência de elementos concretos que justificassem a real necessidade da prisão. 

Entretanto, de acordo com o magistrado, novos fatos surgiram tornando a prisão necessária.

 "A necessidade da prisão por conveniência da instrução criminal é lastreada nas seguintes condutas atribuídas ao acusado PAULO: i) com o objetivo de desnaturar a prova, teria induzido FABIANO a se apresentar como uma das pessoas citadas na conversa gravada divulgada pela imprensa (tentando afastar o secretário municipal), passando informações sobre o que FABIANO deveria falar em falso testemunho que este teria prestado perante a Promotoria; aliás, tanto PAULO quanto FABIANO são formalmente acusados de falso testemunho em relação a isso. ii) Mesmo licenciado da Câmara, PAULO manteve intenso contato telefônico com os envolvidos no caso, segundo o Ministério Público na tentativa incansável de interferir nas investigações. Segundo o Ministério Público, PAULO teria procurado outro vereador (Jorge Bocasanta) pedindo que votasse contra sua cassação. A propósito, a potencial interferência do acusado PAULO, enquanto edil, parece notória por entrevista divulgada na imprensa em relação a outro vereador, onde o colega ‘Ganso’ diz porque votou contra a cassação de PAULO. Embora se reconheça o ambiente político desses fatos, é certo que está longe de ser a postura do vereador acompanhar com resignação e neutralidade os procedimentos contra ele até agora iniciados – muito pelo contrário", destacou a decisão(CGN).
Nesta quarta-feira,  após solicitação anônima via central 190, uma equipe da Policia Militar deslocou pela Avenida  Parigot de Souza sentido viaduto, pois denuncias davam conta de que havia um Fiat/Strada placas APV-9270 e que o  mesmo possivelmente estaria com produto entorpecente. A equipe abordou o veiculo e o motorista F. C. S., e o veículo estava carregada com milhares de relógios de diversos modelos e marcas oriundos do Paraguai com o valor aproximado da carga em R$ 50.000,00 segundo o motorista.

No mesmo instante em que a equipe estava abordando o veiculo, foi passado que havia um veiculo Polo placas DLB-2965, junto com o Fiat/Strada que o mesmo também estaria com produto ilícito. A equipe também abordou o veiculo Polo, sendo abordada a mulher E. P.  L, estando o veículo também carregado de produtos oriundos do Paraguai, dentre eles, videogame Playstation 4, Playstation 2, Playstation 3, Nintendo Wii, Xbox 360, diversos jogos e controles, avaliadas em cerca de R$ 50.000,00 segundo a condutora.

Diante dos fatos equipe deslocou até a sede do 19º  BPM para confecção do boletim de ocorrência e na sede do 19º  BPM foi feita uma vistoria nos veículos, sendo encontrado no Fiat/Strada dentro do painel, um rádio comunicador da marca Yaesu e um rádio comunicador no Polo da mesma marca. Foi entrado em contato com a Policia Federal de Cascavel, onde o atendente F. entrou em contato com o delegado  e o mesmo solicitou que os detidos juntamente com a carga fossem entregues na própria Policia Federal.
Os dois presos apontados como líderes da maior rebelião no sistema penitenciário paranaense foram transferidos para Maringá, nesta terça-feira (26), quando se encerrou a ação violenta no presídio. Um dos "chefes" do motim seria o detento Washington Presence de Oliveira, de 28 anos, condenado a 80 anos de cadeia. Ele conversou com a imprensa na noite de segunda-feira(25). O contato foi feito por Alessandro Meneghel que também está preso na Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC) e passou o telefone para Washington. 

Ele usou a palavra presidente em seu nome, mas foi confirmado como Washington Presence, e é considerado um bandido perigoso, já esteve preso na penitenciária de segurança máxima em Mossoró/RN e ele responde pelos crimes de latrocínio em Iporã, triplo homicídio em Terra Roxa, assalto em Altônia e porte ilegal de arma de fogo.

Em 2009, Presence confessou ter asfixiado um colega de cela no interior da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM). Outro líder do motim é Marcio Cassiano da Silva, conhecido como "Paulista" que também foi levado para a PEM em Maringá. Outros criminosos que lideraram a rebelião são Julio Cesar Gobetti, o "Pauladinha", e Anderson Claiton da Silva, o "De Menor", os dois tem 20 anos e foram condenados em fevereiro a 18 anos de prisão por homicídio. 

Em Maringá Washington Presence de Oliveira e Marcio Cassiano da Silva chegaram à Penitenciária Estadual de Maringá (PEM) e estão em celas separadas. Eles ficam na galeria de triagem por até 30 dias, porém a direção da unidade não descarta a possibilidade de isolamento. Segundo o diretor Vaine Gomes, desde 2009 o presídio não registra nenhum motim(CATVE/Foto:CGN).
Na tarde desta terça-feira (26) a imprensa foi liberada para entrar em um dos blocos da Penitenciária Estadual de Cascavel, local que foi palco de uma das maiores rebeliões do Paraná. Por todos os lados o que foi possível ver era um verdadeiro campo de pós-guerra. Roupas, produtos de higiene pessoal estavam espalhados por todos os lados. Pedaços de metais, telhas e vidros que eram utilizados como armas nas mãos dos presos ficaram jogados em meio ao pátio. 
 
Nas paredes a Sigla PCC (Primeiro Comando da Capital-primeira foto/CGN) estava estampada de várias maneiras, uma delas escrita com sangue. Andando pelos corredores era possível sentir um cheiro forte de queimado resultado das várias coisas consumidas pelo fogo. Nem mesmo a escola dos presos foi poupada, vários livros estavam espalhados pelo chão, assim como o quadro negro. Ao fundo da sala, uma grande mancha causada pelas chamas era vista de longe, no local, vários colchões foram queimados, neste mesmo gramado foram localizados presos mortos. 

O Parlatório utilizado para visitas e orientações dos advogados teve suas cabines danificadas e telefones quebrados. Um pouco mais a frente onde fica a sala da chefia e dos advogados os computadores foram destruídos assim como documentos, as fotos dos detidos ficaram espalhadas pelo chão. Ainda na tarde desta terça-feira ,dois presos de confiança ajudavam na reconstrução das celas. 

Os Jornalistas não tiveram acesso a todo o bloco, pois ainda esta sendo concluída a perícia em algumas galerias. Em entrevista coletiva, o diretor do Depen, Cezinando Paredes, fez um balanço geral da situação em que se encontra o presídio. De acordo com ele 850 presos foram transferidos para vários presídios da região. Questionado sobre os presos desaparecidos Cezinando relatou que os mesmos podem estar entre os outros presos(CGN).
Por volta de 13h20 desta terça-feira compareceu no Destacamento da Policia Militar de Tupãssi  o proprietário da empresa, Eleandro Kremer Carroceria.Ele relatou que pagou a empresa Independência Comercio de Aço Ltda,em Marechal Candido Rondon, um boleto do Banco do Brasil, no valor de  R$ 675,15.

O pagamento foi feito no Banco Sicredi, de Tupãssi, sendo que o depósito caiu em uma conta, no Banco Santander, porém não sabendo o estado em que a agência está localizada, bem como o número da conta. Ele procurou o Banco Sicredi de Tupãssi, que também não soube informar em qual conta e agência caiu. Diante do fato solicitou a confecção de um BO para prevenção de direitos.
Às 13h20 desta terça-feira uma viatura da Polícia Militar deslocou até a Aveni Parigot de Souza, esquina com a Rua São João, após uma informação anônima dando conta de que um indivíduo estaria se preparando para atentar contra a própria vida, amarrando uma ponta da corda em volta de seu pescoço e o outro lado em uma viga da garagem.

Chegando no local a equipe se deparou com o corpo pendurado já sem vida. Diante dos fatos foi acionada a Polícia Cientifica e peritos da Polícia Civil, além do IML. O falecido foi identificado como sendo Nelson Vilson Braga da Silva, 50 anos, o "Mãozinha". Ele era proprietario de uma  borracharia ao lado e que estava arrendada.

Segundo a PM, no dia anterior ele  havia sido despejado do local por ordem judicial em cumprimento de mandado de reintegração de posse. Após o comparecimento dos órgãos competentes o corpo foi removido pelo IML e encaminhado para os devidos procedimentos.
Na madrugada fria desta terça-feira (26), muitos familiares acompanharam a movimentação das equipes policiais(foto abaixo)e de socorristas, para a transferência dos detentos que estão na PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel). A rebelião que se iniciou na penitenciária na madrugada deste domingo (24), tomou grandes proporções, desde a tomada do presídio, com incêndios, depredações e até mortes, assustou a população da cidade.

Durante dois dias, várias tentativas de negociação para rendição dos presos envolvidos no motim foram realizadas. Na tarde de ontem o juiz Paulo Damas, teria afirmado que o fim da rebelião já estava concretizada.

De acordo com a Tenente Márcia Bilibio, da Comunicação Social do 5º Comando Regional da Polícia Militar, as negociações para a liberação de reféns foram noite adentro e durante a madrugada os detentos foram transferidos gradativamente. Cerca de cinco ônibus, um micro-ônibus, 13 vans e duas ambulâncias, deixaram a penitenciária. O presídio estava abrigando cerca de 1040 presos e aproximadamente 800 detentos foram transferidos para várias penitenciárias do estado.Ainda não foi confirmado o numero oficial de mortos. (Catve/Foto: Jornal Hoje).

A rebelião que  teve início da manhã deste domingo, na PEC em  Cascavel, teve dois agentes penitenciários e seis presos feitos reféns e pelo menos quatro mortos, alguns decapitados. A Polícia Militar cercou o presídio e está negociando com participação de representantes do governo do estado e da Vara de Execução Penal. 

 Entre os presos mortos pode estar um ex-policial civil preso na delegacia de Cascavel, suspeito de furtar peças de veículos apreendidos e vender. De acordo com o Depen, o ex-policial estava entre os reféns, mas ainda não foi confirmado se ele foi um dos decapitados. 

Amotinado (a direita) exibe cabeça de detento
Presos foram jogados no telhado e pelo menos dois foram decapítados e amotinados exibiam as respectivas cabeças. Uma suspeita é briga entre facções, mas os presos também fazem reclamações sobre visitas, alimentação e relação com a direção do presídio.

De acordo com o Depen, o presídio foi depredado e houve queima de colchões, mas ainda não é possível avaliar a extensão dos estragos. Ainda segundo o Depen, o presídio tem capacidade para 1.182 presos e abriga 1.040(Fotos: Ailton Santos/Mateus Barbieri/Jornal Hoje).
Por voltas das 19h30, uma  equipe da PM deslocou-se a Rua 25 de Julho, Vila Paulista, onde segundo informações repassadas à central 190, havia uma pessoa ferida por disparo de arma de fogo. No local foi entrado em contato com transeuntes, onde disseram que havia passado uma moto de cor cinza pela rua com duas pessoas, ambas de camisa preta e de capacete preto. Ao avistarem a vitima sacaram de um revolver e desferiram cerca de dois a três tiros contra o mesmo, sendo que somente um lhe acertou. 

A vitima foi levada ao mini-hospital por moradores próximos ao local dos fatos. A PM deslocou até o mini-hospital e em conversa com a vitima identificada como C. A. da S., 25 anos, a mesma confirmou que uma motocicleta Twister de cor cinza passou por ele com dois indivíduos, ambos com camisa preta e capacete preto e lhe desferiu os tiros. 

Segundo a vitima possivelmente a pessoa que lhe desferiu os tiros foi um desafeto seu, sendo que o mesmo não sabe o nome da pessoa, só que ele é irmão de uma pessoa cuja alcunha é Chicotinho, e que estas pessoas sempre ficam próximos ao mercado São Luiz, no Vila  Boa Esperança. Segundo a enfermeira do mini-hospital, a vitima levou somente um tiro na região do abdômen, sendo que o projétil transfixou seu abdômen saindo na região das nádegas. Foi confeccionado o boletim de ocorrência e encaminhado a 20ª SDP para que sejam tomadas as devidas providencias da policia judiciária.
Um menino de aproximadamente quatro anos morreu carbonizado em um incêndio, no início da tarde de sábado (23), na Rua Altemar Dutra, na região do Jardim Clarito, área Norte de Cascavel. Na casa, além da criança estava à avó dela e mais um neto da mulher. Ao perceberem as chamas as duas vítimas conseguiram sair, mas a criança ficou dentro de um quarto, onde segundo os levantamentos do Corpo de Bombeiros, as chamas tiveram início. A criança estava brincando no local. 

Vizinhos rapidamente acionaram o socorro e tentaram resgatar o menino de dentro da casa de alvenaria, no entanto o fogo se alastrou rapidamente. Um homem conseguiu arrancar a grade da janela do quarto e com o auxilio de um extintor tentou combater o fogo, mas as chamas intensas impediram a localização do menino. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao endereço, localizou a criança agachada, ao lado de um guarda-roupas, mas ela já estava morta. Ainda não se sabe como o incêndio começou. 

Dois caminhões do Corpo de Bombeiros, uma ambulância, médico e oficial de área estiveram na residência para os trabalhos de combate ao incêndio, atendimento às vítimas e rescaldo. As equipes ficaram bastante abaladas diante da situação e precisaram encontrar forças para amparar a mãe do menino que chegou logo em seguida a casa. Desesperada ela queria entrar na casa em chamas para resgatar o filho.

Socorristas do Samu também foram chamados para atender a mãe e a avó do menino. Segundo a equipe de combate, pelo menos 70% da estrutura da residência foi comprometida. Uma perita do Instituto de Criminalística esteve na casa para fazer os levantamentos que vão apontar as causas do sinistro. Investigadores da Polícia Civil também foram chamados. O corpo da criança foi recolhido pelo IML(CGN).
As negociações para colocar fim na rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel, no Oeste do Paraná, foram suspensas pela Polícia Militar e pela Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju)e devem ser retomadas nesta segunda-feira. Houve a confirmação de quatro presos assassinados. Dois deles foram decapitados e há, pelo menos, mais um ferido gravemente.

O motim começou por volta das 6h30 deste domingo (24). Estima-se que 800 detentos participem diretamente da revolta. Dois agentes penitenciários foram feitos reféns e ainda estavam nas mãos dos presos na noite deste domingo. Outros detentos, que se recusam a aderir ao movimento dos rebelados, também estão como reféns na penitenciária. A Seju deve se pronunciar sobre o fato na segunda-feira (25), segundo informações da assessoria de imprensa. 
 
Há quatro anos e meio o Paraná não enfrentava uma rebelião em presídios estaduais em que houvesse mortes. A última aconteceu em janeiro de 2010. Cinco presos foram assassinados pelos detentos rebelados na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba (RMC). Na época, o motim de 1,5 mil presos durou 18 horas e terminou com 90% das celas destruídas. Relembre Veja também Pela terceira vez, governo anuncia fechamento de carceragens de delegacias Mesmo sem vagas, governo realoca presos de DPs nas penitenciárias .
 
Nos últimos 12 meses, o Paraná já registrou pelo menos 18 casos de revolta de presos em penitenciárias, presídios e cadeias do estado. A mais recente é a que começou neste domingo, na Penitenciária Estadual de Cascavel (PCE), onde, a princípio, dois presos foram mortos e há dezenas de feridos no local, segundo a Polícia Militar. Este é o primeiro caso com mortes no estado no mesmo período.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Cascavel, Amarildo Horvath, teve acesso ao local e contou a reportagem que das 24 galerias da penitenciária, 20 foram danificadas. No final da tarde de domingo, 77 presos foram transferidos para a Penitenciária Industrial de Cascavel, que fica no mesmo complexo que a Penitenciária Estadual. Os detentos estariam sendo ameaçados pelos rebelados. A Secretaria estuda realizar outras transferências de presos. O motivo da revolta dos presos deve-se a pelo menos quatro fatores, mas todos envolvem más condições da unidade prisional.

 A rebelião teve início no momento em que um agente foi entregar o café da manhã aos detentos. Desde o início, os presos se reuniram no teto do presídio. Já durante a noite de domingo, a equipe que busca solucionar o problema cortou a luz e a água da unidade penitenciária para forçar uma negociação.

Pelo menos cinco detentos foram atirados do teto do presídio. Eles caíram de uma altura de cerca de 15 metros e permaneceram no chão por cerca de três horas até as equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar conseguirem entrar no pátio em segurança. O detento ferido teria sido socorrido e encaminhado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Universitário (HU). Os rebelados usam capuz para esconder o rosto e estenderam faixas no teto do presídio cobrando respostas e fazendo reivindicações. Eles usam identificações do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que domina presídios em vários estados do país. 

O advogado Jairo Ferreira Filho, do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen) contou que os rebelados usaram a cabeça de um dos mortos para torturar um agente penitenciário que é mantido refém. “Estão fazendo tortura psicológica”, diz Filho. Os presos se reuniram no teto da penitenciária e também queimaram colchões. Há dezenas de feridos, mas o Corpo de Bombeiros não teve acesso a eles e não há informações precisas sobre o estado de saúde de cada um dos feridos. Várias pessoas foram espancadas pelos detentos e mostradas para quem acompanhava a rebelião pelo lado de fora. 

 A imprensa foi afastada para um local mais distante do presídio e familiares aguardam ansiosos por respostas do lado de fora. Muitos choram enquanto que outros rezam e pedem uma solução rápida. Segundo um advogado que participava das negociações, havia 1.040 presos no momento da rebelião e apenas nove agentes para fazer a segurança. Familiares dos presos também chegaram a trancar a BR-277 por volta das 16 horas por aproximadamente 40 minutos, mas a rodovia foi liberada pouco tempo depois. Formou-se fila de veículos de três quilômetros nos dois sentidos.  

Segundo a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju) do Paraná, cerca de 60% da penitenciária está tomada pelos presos. Um juiz local e o comandante da PM em Cascavel realizam as negociações. O diretor do Departamento de Execução Penal (Depen), Cezinando Paredes e a secretária de Justiça, Maria Tereza Uille Gomes também estão no local negociando com os presos. Não há previsão de término da rebelião. A situação é avaliada como crítica pela Seju. Policiais militares de Toledo também foram para Cascavel reforçar a segurança da unidade prisional. Durante a última semana, houve ameaça por parte dos presos de uma possível rebelião, o que se concretizou neste domingo. 


O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), Antony Jhonson, em todo o estado há falta de agentes para trabalhar nas penitenciárias, o que prejudica a manutenção dos presos nesses locais. "A situação de Cascavel é bastante complicada. Antes da rebelião, em um dos blocos, havia dois agentes para conter 140 presos, e ainda trabalhavam com dois presos de confiança", reclama. O sindicato pede a contratação de mais agentes. Na segunda-feira (25), a categoria vai pedir uma reunião com a secretária de Justiça, Maria Tereza Uille Gomes, para discutir a situação. Na terça-feira (26), deverá ocorrer uma mobilização em Cascavel cobrando mais segurança e melhores condições de trabalho aos agentes penitenciários.

 O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB Paraná, José Carlos Cal Garcia Filho, reforça que os principais motivos para a rebelião se devem aos maus tratos sofridos pelos presos e pelo abuso na revista de visitas dos detentos. "Especialmente em mãe ou filhas mais velhas dos presos. Mas também não podemos esquecer que são poucos agentes para cuidar de um número tão grande de presos. Os agentes devem abrir as celas pessoalmente. Deveria ser investido em um sistema eletrônico que fornecesse mais segurança aos agentes", afirma. Segundo ele, é prematuro afirmar que a rebelião tenha uma relação direta com facções criminosas, como o PCC. "Ainda não podemos dizer que esse motim ocorreu em virtude da ação de uma facção. Os motivos primordiais seriam os maus tratos e o abuso na revista das visitas", afirma Garcia(Fonte: Gazeta do Povo/Foto: CGN).
Foi sepultado nesta sexta-feira no Cemitério Jardim da Saudade, em Toledo, o toledano Eliakim Moisés dos Santos, 26 anos, filho do professor Olegario dos Santos. Ele foi vítima de acidente de trabalho,  em Piraquara, quando foi soterrado em uma obra de saneamento.Ele ela funcionário de empreiteira.

O corpo de Eliakim Moisés dos Santos, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Curitiba e após os trâmites legais, foi trasladado para Toledo, sendo sepultado na manhã de sexta-feira (22). 

Ele eta casado, pais de dois filhos e residia ha três anos na região metropolitana.

A Policia Militar, Policia Civil e Guarda Municipal realizam uma operação de fiscalização na madrugada de sexta-feira com objetivo de retirar de circulação condutores embriagados. Foram realizados vários teste com etilômetro, flagrados seis condutores que realizaram o teste do etilômetro e que estavam acima de 0,34 mg/l de álcool no sangue.

Um dos condutores já era reincidente por estar embriagado ao volante. Diante dos fatos foram todos encaminhados a 20 SDP para procedimentos cabíveis e seus veículos ao 19 BPM.